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[Reflexão] Toy Story 3 e as fases da vida


Você talvez esteja achando estranho uma reflexão com o nome "Toy Story 3", mas é isso mesmo. rsrsrs Hoje assisti a esse filme na Globo e por mais que seja uma animação, voltada para o público infantil, apresenta uma linda mensagem. 

O filme mostra os brinquedos que ficaram guardados por mais de uma década, então eles resolvem chamar a atenção do seu dono, que está se preparando para ir à faculdade. Ou seja, nenhuma chance dele brincar com eles. 

Mas não vou fazer uma resenha do filme. Adianto, apenas, que se trata de uma ótima história, com muitas aventuras. [Sou apaixonado por filmes infantis. Me julguem kkkk]. 


Fiquei pensando no meus próprios brinquedos [que aliás não existem mais, acho que fugiram kkk]. No entanto, a reflexão que fiz foi a seguinte: a vida é cheia de fases. Infância, adolescência, vida adulta e velhice terceira idade. É natural, vez por outra, sentirmos saudades do passado. Mas uma certeza podemos ter - o passado nunca volta. Assim como é perigoso dirigir olhando apenas para o retrovisor, viver olhando apenas o passado pode ser frustrante. 

O importante é viver intensamente cada dia. Aproveitar cada momento da vida com felicidade, ao lado de pessoas que nos edifica. Divertir com coisas saudáveis que não nos trarão arrependimentos.

Mesmo que não percebamos, a Terra está girando, igualmente, a vida está passando e se não aproveitarmos cada dia, sentiremos apenas saudades de algo que não vivemos. 

O filme me fez recordar minha infância. Poxa vida, brinquei tanto. [Até hoje tenho cicatrizes das quedas kkkk]. Olhei pela janela, e num momento de flash, pude me ver na rua de casa correndo com meus colegas, jogando bola, pulando corda, brincando de pique-pega, bete, bola de gude, enfim, foram momentos únicos. Esses dias eu vi um amigo de quando eu era criança. Está casado, tem filhos e está bem gordo, imediatamente percebi que o tempo passou. Eu não estou tão gordo e nem tenho filhos e muito menos me casei. kkkk
Isso acontece com você? não percebe que o tempo passou e está passando? no meu caso, percebo isso de tempo em tempo. 

Portanto, entendi a necessidade de aproveitar melhor a vida. Eu aproveito, mas sinto que as vezes não aproveito tão bem assim. kkk Agora, por exemplo, estou em casa, num domingo. Dia esse que geralmente estou bem ocupado dando aulas bíblicas [algo que realmente amo fazer], mas perdi minha carteira de identidade e não pude ir à Goiânia fazer um prova de concurso público, enfim, gostaria de estar com os amigos, jogando papo fora. Mas sabem de uma coisa? Acho que preciso de novos amigos. kkkkk Meu círculo de amizade diminuiu um pouco, muitos estão em outra dimensão, por assim dizer, mas deixarei isso para outra reflexão. 

Desejo uma excelente semana: vamos aproveitar cada segundo da vida. 


(Reflexão) O problema é esperar muito das pessoas

Estive me perguntando o porquê de nos decepcionarmos tanto com as pessoas. É chato confiar em alguém, viver momentos especiais, compartilhar sentimentos, sejam felizes ou tristes e de repente perceber que aquela pessoa não era o que imaginamos ou esperamos. Mais trágico ainda são aqueles amigos que hoje não são o que eram antes. 

Acho que o problema está aí, sabe? Não nas pessoas, mas em nós mesmos.
O problema é esperar muito das pessoas. É querer certas atitudes de alguém que não quer e nem se esforça em nos agradar. Considerar amigo, quem te considera colega. Querer por perto quem faz pouco caso da sua presença. Compartilhar momentos com àquele ou àquela que não merece. É como pegar uma nota de 100 reais e jogar na lama ou entrega-la a um cachorro.
A solução todos sabemos: filtrar nossas amizades. Limitar as pessoas que fazem parte do nosso ciclo. Selecionar bem as pessoas em quem confiaremos. Mas acima disso se amar e se valorizar primeiro. Só assim poderá amar o próximo, se você amar a si mesmo primeiro.
O grande desafio, agora, é encarar a realidade e mudar essa tal realidade.

Abraço!


O amor e o rio

Um formoso rio, cheio de vida

Transmite tranquilidade a quem vê 

Refresca quem nele se deleita 

Purifica a sujeira e rega as plantas frutíferas 

Possui um cheiro invisível e a cor que não tem embeleza os olhos daquele que sente


Sem chuva pode secar - se

Quem não cuida polui 

A vida se extermina e a tranquilidade não reluz 

Quando chega ao fim, todos lamentam, sentem saudades, se arrependem 

Por não distinguir o seu existir, a sua importância e substância 

Não quisera lutar, mas desistir 

Não amaram, mas se apaixonaram 

Por confundirem o primeiro com o segundo 

Sem perceberem que o amor envolve todas as coisas e não se esgota é para sempre 

Enquanto a paixão é por tempo indefinido, porém, sem data infinita. 

O que tem a ver o rio? Encaixa - se na reflexão do saber amar e do significado deste que

sustenta o eixo do ciclo da vida e do seu objetivo que vai além do amar


DÉRIK REIS

[Reflexão] A laranja e eu

Imagine que depois de almoçar aquela comidinha deliciosa feita por sua mãe, você pega uma laranja da geladeira para terminar o seu momento de saboreio. Mas, ao analisar a fruta, você percebe que na casca tem algumas cicatrizes contrastando com a sua cor verde e chamativa. E agora? O que você fará?
Confesso que o meu apetite foi afetado pela aparência externa da laranja, pensei em jogá-la fora, mas ao olhá-la fixamente, resolvi dá-la uma chance, ignorando suas cicatrizes, partindo-a e provando-a logo em seguida. Para minha surpresa ela era tão doce, saborosa e bela que me deixou impressionado.
Talvez você esteja se perguntando o que há de importante nisso, mas vou logo explicar.
De certa forma, somos semelhantes a essa laranja. Às vezes passamos por problemas, provações e outras dificuldades tão severas que deixam cicatrizes não em nossa pele física, mas na nossa alma, ou seja, a pessoa que somos no íntimo. Outras vezes, pessoas que gostamos muito  nos machucam por palavras, ações ou até mesmo fisicamente e como resultado ficamos com marcas que desfiguram quem realmente somos.
Esse, justamente, é o maior desafio da vida; olhar para alguém que sempre esboça uma aparência de maldade, seriedade ou atitude crítica, além daquil
o que esboça na sua casca, não descartá-la, mas dar-lhe uma chance de mostrar quem realmente é. Talvez, aquele que demonstra todos esses defeitos, esconde dentro de si uma docilidade e beleza esperando apenas uma chance de ser descoberta.
Por outro lado, se aquela laranja não for aproveitada, desenvolverá uma casca mais resistente, pois estará murchando e secando aos poucos, perdendo assim o seu valor. Isso também acontece conosco. Quando guardamos rancor, a tendência é ficarmos resistentes a tudo, inclusive ao amor e as coisas boas e com o tempo ficamos secos e perderemos os melhores momentos da vida. Ou seja, o rancor é como um veneno interno que aos poucos nos torna sem valor.
Partindo desse pressuposto, precisamos não só dar oportunidade a outras pessoas, mas dar essa oportunidade a nós mesmos. Não são as cicatrizes exteriores que determinará o nosso valor, sim o que somos no interior. Deixe que outros conheçam o seu lado bom, desconsidere àqueles que não te valorizam, lembre-se: alguém que te faz sofrer não merece o seu rancor, ele merece a sua oração.
Ótimo dia!

DÉRIK REIS


[Reflexão] A falta de água e a consequência da atitude humana

Incolor e sem sabor, valorizada por todos e preservada por poucos, dela depende nossa vida e por ela muitas nações brigam. Os que tem desperdiçam e os que não tem a procura como a tesouros escondidos. Assim é a água que tanto tem e pouco tem.

Nos últimos meses um dos assuntos mais comentado (pelo menos no Brasil) foi a falta de água. Incrível como nós, seres humanos, agimos corretamente apenas quando ameaçados. Todos sabem da importância de preservar a água, de não desperdiçar, e mesmo assim muitos cidadãos, por ignorância ou não, teimam em poluí-la, desperdiçá-la e maltratá-la.

Todos nós podemos ser acusados por um desses crimes, afinal, quem nunca desperdiçou? Só que toda essa movimentação me fez refletir numa pergunta um tanto intrigante: é necessário perder para dar valor?

É de fato, surpreendente como agimos com rapidez quando estamos em perigo ou quando notamos que perderemos algo. Quando muito se tem a tendência é desvalorizar. Isso acontece não apenas no quesito água, mas em outras áreas da vida, como por exemplo, relações afetivas, seja amizade, namoro, casamento etc.

No entanto, quando meditamos, compreendemos que algumas coisas não são necessárias em nossa vida. Não precisamos nos jogar na frente de um carro em movimento apenas para saber se isso nos machucará ou não. É possível sabermos as consequências apenas por refletirmos ou até mesmo por notarmos experiências anteriores. Somos inteligentes, dotados com a capacidade de pensar, raciocinar e de agir.

Não podemos fechar os olhos diante dos problemas, precisamos reconhecer nossa culpa e não usar isso como desculpa para estacionar e se achar incapaz de mudar ou de inovar. Não basta querer transformar o mundo se essa mudança não acontecer primeiramente dentro de nós, em nosso coração e principalmente em nossa consciência. A transformação acontece de forma gradativa, nunca de uma hora para outra. É necessário ação contínua. Por isso, não devemos dar espaço para o desânimo.

Talvez você esteja se perguntando: essa reflexão é sobre água ou sentimentos? Não pensem que fugi do tema. Acredito que a solução para a falta de água está justamente dentro de cada individuo. Não adianta nos preocupar em conscientizar o mundo quando nós mesmos não estamos sensibilizados a mudar. Acredito que uma grande mudança começa de maneira pequena, ou seja, individualmente, como uma peça de quebra cabeça.

Abraço. 

DÉRIK REIS