Ontem foi um dia especial para o meu amigo Maurício Gomyde, pois ocorreu o lançamento do seu novo romance: Surpreendente!
Aliás, o título de sua obra faz jus ao momento em que ele está vivendo. Maurício iniciou sua carreira de escritor publicando independente, passou pela Editora Nova Conceito (que é meu sonho de consumo kkk) e agora está em uma das melhores editoras do Brasil a Intrínseca. Brinca com ele! rsrsrsrs
No lançamento de ontem, na livraria Cultura do Shopping Casa Park Brasília, seu livro esgotou rapidamente e ele autografou por mais de quatro horas seguidas!
Esse sucesso não é por menos, ele é um escritor genial, quem já o leu concorda comigo.
Fico muito feliz pelo sucesso que ele e outros amigos escritores brasileiros estão fazendo. A literatura brasileira está crescendo cada vez mais. Os leitores estão conhecendo os grandes autores que existem no país em que vivemos, (Uhuuuu).
Não posso esquecer de mencionar que encontrei amigos escritores por lá e, também, amigos blogueiros.
Foi um excelente evento!
Parabenizo mais uma vez o grande escritor Maurício Gomyde e desejo que o sucesso surpreendente cresça a cada dia.
Há alguns meses eu venho guardando dentro de mim a ansiedade
e expectativa para o lançamento do meu primeiro livro “Glamour entre o amor e
a vingança”. Aos poucos a ansiedade e a expectativa foi se transformando em
tristeza e decepção. Vou explicar o porquê.
A promessa era que eu teria os exemplares na primeira semana
de julho. Esperei ansiosamente e nada.
Depois me prometeram que eu teria os livros na primeira
semana de agosto. Resultado: nada!
Fui convidado à participar de um evento literário
maravilhoso que seria um ótima oportunidade para divulgar e vender os livros.
Mais uma vez o resultado foi: isso mesmo que você pensou. Nada.
Participei do
evento e todos os escritores tinham a sua obra para sortear aos leitores e
vender também. Eu fiquei só babando de vontade. Varias pessoas me procuraram
querendo o livro.
Confesso que tentei e tento ser paciente e pacífico em todas
as ocasiões, mas especialmente nesse respeito tenho orado muito para ter essa
qualidade. Devo dizer que não está sendo fácil.
Amigos, parentes, colegas e até pessoas desconhecidas por
mim estão me perguntando sobre o livro. Quando poderão comprar e ler.
Isso corta o meu coração.
É triste você depender de uma empresa que não se importa com
o seu sonho, com sua obra. Que desconsidera o tempo que você gastou escrevendo,
as noites mal dormidas que eu, como escritor, passei escrevendo, imaginando
meus personagens sendo lidos. É triste ver que a empresa que você confiou
aquilo que mais tinha de precioso (literaturamente falando) não se importa
com os seus sentimentos e não se dar ao luxo de responder suas mensagens. Pior
ainda é saber que esse ferimento lhe é imposto por alguém que escreve, por
alguém que entende o que estou sentindo, alguém que eu admiro tenho profundo respeito, mas que não demonstra empatia por mim.
Para piorar a situação haverá a Bienal do Livro no Rio de Janeiro e mais uma vez perderei oportunidades.
Mas, o que me conforta é saber que nada é por acaso. Tudo
tem seu objetivo. Acredito num Deus vivo, num Deus Todo-poderoso e tenho
fé: transformará essa tristeza em alegria. Essa espera em sucesso. Acredito que
o meu livro será bem sucedido, porque o meu Pai Celestial me ajudará, e em
breve tudo dará certo.
Não queria ter usado o meu blog para isso. No entanto,
preciso ser transparente com vocês, meus leitores, comigo também. É bom desabafar. Um dia eu lerei essas
palavras, não com tristeza nos olhos, mas com alegria no coração. Como diz um
ditado: Tudo que vem fácil vai fácil. Mas tudo que vem difícil, dura para
sempre.
O amor é um
sentimento que surge quando menos esperamos. Surpreende, arrebata, dói, mas é
prazeroso senti-lo.
Dois meses se passaram desde que Andrew e Ágata decidiram namorar. O que
começou em Paris, continuou quando chegaram ao Brasil. Ambos passaram a se
encontrar escondidos, pois Ágata teve que continuar o namoro de fachada e sua
mãe nada poderia descobrir sobre Andrew. Aliás, depois do sucesso das
fotografias que ele fizera do desfile de lançamento da coleção de verão, Gisele
resolveu contratá-lo para compor sua equipe de fotógrafos. No começo Andrew
objetou, pois temia arriscar todo seu plano de vingança. Porém, ele notou que
ficar mais próximo de Gisele poderia beneficiá-lo. Além disso, estaria mais
próximo de sua amada.
Amada? Sim, por mais que tentasse convencer a si mesmo do contrário, com
o passar dos dias o sentimento por Ágata crescia de forma que agora ele estava
extremamente apaixonado. Como pôde permitir ser enganado pelo coração? Uma
coisa é certa: não conseguimos mandar nos sentimentos. Controlar, talvez.
Em seu quarto, Andrew estava terminando de se aprontar. Era sábado e
Ágata havia conseguido uma folguinha. Os dois combinaram de ir a uma chácara
próxima para fazerem um piquenique e ficarem a sós, longe dos paparazzi. Ele não havia se mudado totalmente da casa de
seus tios, pois estava aguardando a finalização da dedetização do apartamento
que havia alugado, embora já houvesse levado muitas de suas roupas e alguns
móveis para lá.
— Para onde vai tão cheiroso assim? — perguntou Suellem entrando no
quarto, de cadeiras de rodas.
— Vou ao um piquenique com a Ágata.
— Verdade! Você havia me dito mesmo.
Ele se aproximou dela e lhe deu um beijo na testa como de costume. Em
seguida, pegou a carteira que estava em cima da cama e colocou no bolso de trás
de sua bermuda tactel preta.
Além da bermuda, ele usava uma camisa regata verde e tênis esporte.
— Como anda o plano de vingança?
— Tudo sob controle. — Ele ficou cabisbaixo.
— Parece preocupado ou é impressão minha?
— Na verdade sim, mãe. — Ele sentou na cama, ficando Suellem frente a
ele. — Quando decidi me vingar da Gisele, fiz isso em razão da forma injusta
que ela te tratou, do sofrimento que eu senti ao lhe ver em coma e isso fez
nascer em mim um sentimento de profundo ódio. Caramba! Como alguém poderia ser tão má? Será que ela não pensou
no filho que a senhora tinha? Será que a fama e o dinheiro são mais importantes
do que uma vida? Isso me revolta! — Ele suspirou. — Mas agora, depois de
conhecer a Ágata e de estar namorando ela, mesmo que seja em razão da vingança,
minha consciência está pesada. E de um tempo para cá passei a me questionar se
realmente vale a pena conseguir justiça fazendo uma pessoa tão boa sofrer.
— Você está apaixonado pela filha da Gisele?
— Não sei se posso afirmar que é paixão. Mas, o que sinto por ela é
diferente, mãe. Não me lembro de ter sentido antes por alguém algo tão profundo
e ao mesmo tempo tão puro. Quando estou com ela, o tempo passa depressa, quando
estou longe parece que tem um vazio dentro de mim, como se eu necessitasse do
sorriso, da presença ou até mesmo ouvir a voz dela para continuar a viver.
— Você não quer admitir, mas está apaixonado pela Ágata. Posso ver isso
no seu olhar, na forma como fala dela. Isso é paixão.
— De toda forma, acho que não conseguirei continuar a enganar a Ágata.
— Está querendo desistir da vingança? De algo que planejou por tantos
anos?
— Não quero magoar uma pessoa que é
vítima da Gisele como a senhora foi.
— Respeito o seu sentimento, meu
filho, mas não posso acreditar que uma mulher foi capaz de te enfraquecer dessa
maneira, a ponto de deixar de se importar comigo.
— Não é isso, mãe. Eu me importo com
a senhora, eu te amo. Mas...
— Se você me ama, então prossiga com
a vingança. No começo achei perigoso você se envolver nesse assunto, mas agora
que vejo que realmente é possível atingir a Gisele, não posso deixa-lo
desistir. Seria mais uma vitória para ela.
— Mas mãe...
— Se você sofreu e sofre por me ver
assim, de cadeira de rodas, imagine como eu sinto? Quando acordei do coma,
cinco anos atrás, a última lembrança que eu tinha era de ter vencido uma
seleção para participar do Miss Universo. Eu era jovem, bonita e admirada por
todos. Mas quando me olho no espelho e vejo meu rosto deformado e marcas por
todo o meu corpo, percebo que não sou mais aquela jovem de 24 anos e sim uma
velha inválida e que perdeu tudo que tinha. Como você acha que me sinto? — Ela
começou a chorar e Andrew sentiu seu coração apertar. — Acha que foi justo? Que
a Gisele merece ter todo aquele dinheiro que poderia ser meu? Com uma vida
saudável e bem-sucedida que ela roubou de mim?
— A senhora tem razão. Desculpe por
ter sido tão egoísta. Eu estava pensando na minha felicidade e esquecendo a
sua.
— O que você sente por essa Ágata
sentirá por outra. Você é jovem, tem muito o que viver e muitas paixões para
vivenciar. Por favor, meu filho, não desista de mim.
— Não desistirei. A senhora é mais
importante do que muitas coisas na minha vida.
Ela o abraçou profundamente, com os
olhos cheios de lágrimas. Minutos antes, Andrew estava decidido a deixar a
vingança de lado, mas agora estava confuso. Não podia decepcionar sua mãe, mas
também não queria magoar Ágata. Tinha de fazer uma escolha. Por enquanto,
continuar a vingança e desistir de Ágata era o mais razoável.
— Quero que dê essa pulseira à
Ágata. — Suellem lhe entregou uma caixa retangular de veludo azul. — Eu sei que
um tempo atrás eu disse que te daria para você entregar a alguém que amasse
verdadeiramente. Mas agora percebo que será útil dá-la à filha da Gisele. É uma
pulseira de diamantes, quem me deu foi o Gerson, pai da Ágata, quando começamos
a namorar. Acho que já te contei essa história.
— Sim. Contou. — Ele abriu a caixa —
Uau! Isso deve ter custado muito dinheiro.
— O Gerson sempre foi rico. Essa
franquia de roupas e assessórios ele herdou dos pais dele há mais de trinta
anos.
— Mas por que a senhora quer que eu
dê à Ágata?
— Depois você entenderá.
Nesse momento, alguém buzinou no
lado de fora.
— Deve ser a Ágata. — Ele foi até a
janela que dava vista para a rua e viu o carro dela estacionado em frente ao
portão. — Tenho que ir, mãe. — Ele pegou uma cesta com alimentos que estava ao
lado.
— Não se esqueça do que conversamos.
Ele assentiu e saiu para encontrar
sua namorada. Dentro de si havia alegria e tristeza parecidas com a água e o
óleo, não se misturavam, mas estavam na mesma intensidade.
Algumas horas se passaram.
Ágata e Andrew estavam sentados
debaixo de uma enorme jaqueira. Haviam estendido uma toalha e espalhado várias
frutas, pães integrais com peito de frango, queijo e um saboroso vinho tinto. O
dia estava ensolarado e agradável. A chácara era bem organizada. Bastante área
verde com direito a uma linda lagoa com cisnes e um riacho para banho.
— Sabe o que acho mais engraçado? —
Ágata encostou a cabeça no ombro dele ao mesmo tempo em que entrelaçaram as
mãos.
— Não, o quê? — Fez carinho nos cabelos macios
e loiros de Ágata.
— Você pensou em tudo, trouxe até
pão integral para mim.
— Claro! Depois da bronca que eu vi
sua mãe lhe dando por causa dos cinco gramas que você havia ganhado, o mínimo
que eu podia fazer era te ajudar.
— Acho que foi consciência pesada,
porque no mês passado você me levou três vezes para comer pizza. Por isso
engordei.
— Na verdade, trouxe comida leve porque
não quero namorar uma balofa!
— Que horror, Andrew! — Ela o
beliscou. — Quer dizer que se eu engordar você não vai me querer?
— Eu não disse isso.
— Nem precisou dizer!
— Eu gosto de você não por causa de
sua aparência, mas pelo que você é. Mas se eu fosse barrigudo, careca e baixo
você ia me querer também?
— Quando casarmos você vai ficar
assim. Então para mim sem problemas! — Sorriram.
— Você tem uma péssima expectativa
sobre o meu futuro como seu marido. Barrigudo e careca? Jamais!
— Eu ia te amar do mesmo jeito! —
Ela o beijou suavemente. E Andrew sentiu seu coração acelerado. Incrível como
ela tinha a capacidade de deixá-lo assim.
— Quero te entregar uma coisa! — ele
disse tirando uma caixinha azul de veludo de dentro do cesto de piquenique. — É
para você!
— Ah, meu amor, um presente! — Ela
tirou a pulseira de dentro da caixinha, impressionada com a beleza da joia. Era
de diamantes com pequenas pedras de esmeralda, um modelo exclusivo. — Que
lindo! — Ela lhe deu um beijo rápido, voltando a admirar o presente.
— Essa pulseira tem um valor
especial para mim.
— Por que lhe custaram os olhos da
cara? — brincou ela.
— Não, sua boba! — Ele lhe fez
cócegas. — Porque pertenceu à minha mãe e ela me disse para entregar a uma
pessoa especial, a alguém de quem eu realmente gostasse. Alguém que fosse para
mim tão valiosa como esses diamantes.
— Uau! Que responsabilidade eu
tenho. — Exclamou olhando para ele com admiração. — Obrigada por me escolher,
Andrew. Saiba que você também é alguém muito precioso para mim. Sempre que eu
olhar essa pulseira, me lembrarei de você. Desses olhos sedutores. — Ela
aproximou o rosto do dele — Desses lábios macios. — Beijou-o — E mesmo quando
estivermos distantes, estaremos juntos.
— Eu te amo, Ágata! — Ele disse
espontaneamente, ficando assustado consigo mesmo, pois nunca havia afirmado tal
coisa com tanta sinceridade. — Não importa o que aconteça, saiba que te amo de
verdade. E, pela primeira vez, posso afirmar que nunca senti algo igual por
ninguém. — Ele colocou a pulseira no braço dela e em seguida a abraçou.
— Também te amo muito, meu amor! —
Acariciou os cabelos de Andrew. Enquanto estava ali, abraçada com ele, Ágata
sentia-se protegida, poderia enfrentar qualquer tempestade ou furacão; se
Andrew estivesse com ela, seria vitoriosa.
— Vamos dar uma volta pela chácara?
Quero te mostrar alguns lugares peculiares. Eu vinha muito aqui quando criança,
essa é uma das maiores e mais bonitas chácaras da Barra da Tijuca.
— Sim, você sabe que amo a natureza!
Agora tem uma coisa que não prestamos atenção. — Disse ela olhando para cima,
ainda abraçada a ele.
— O quê?
— Olha a quantidade de jaca. Já
pensou se uma caísse em nossa cabeça? — Ela sorriu.
— Estaríamos fritos!
— Quebrados, você quer dizer! — Ela
gargalhou e Andrew não pôde resistir àquele sorriso delicioso.
Começaram a andar pela grama da
chácara, Andrew com um dos braços entrelaçados a cintura de Ágata e ela
agarrada a ele, sentindo a força de seus bíceps.
— Diga à sua mãe que eu amei a
pulseira.
Ele franziu o cenho e apenas balançou a cabeça dizendo que sim.
— Gostaria de conhecer a minha futura sogra. Qual o nome dela mesmo? —
Insistiu Ágata, percebendo que ele parecia não gostar de falar disso.
— Suellem. Esqueceu que o nosso
namoro é secreto?
— Não, mas não vejo problema em
conhecer sua mãe. Afinal, daqui um tempo todos saberão mesmo.
— Eu não vejo a hora de poder andar
ao seu lado livremente, sem restrições. Poder beijá-la em público, sem medo da
imprensa. De viajar com você para vários lugares do mundo. — Ele a pegou no
colo.
— Andrew, você vai me derrubar! — gritou
ela, sorrindo, segurando o chapéu.
— Vou jogá-la na piscina. Está na
hora de um pouco de emoção.
— Não, Andrew!
Ele a deitou lentamente na grama,
enchendo-a de beijos. Ágata fingia não querer, desviando o rosto, mas em
seguida, retribuía o afeto.
— Eu amo você, meu biólogo
fotógrafo. — Disse olhando para ele, que deitou ao seu lado na grama olhando
para o céu.
— Bem lembrado! — Ele tirou o smartphone do bolso — Se prepare, vou
fazer uma selfie.
— Só não pode postar nas redes
sociais. — Brincou. Ela se aproximou, beijando seu rosto e olhando para a
câmera fazendo pose.
— Vou guardar de lembrança para me
lembrar desse dia. — Ele virou a tela do
smartphonepara mostrar
a foto.
— Me envia pelo WhatsApp!
A alguns metros dali, escondido atrás de um arbusto, um homem fotografava
tudo. Era um paparazzi e a matéria da revista para a qual venderia as
fotos estamparia uma grande polêmica. Pois, para a mídia, Ágata estaria traindo o seu namorado, Fernando.
Gostaram? Em breve vocês poderão conhecer a história completa! Se puder, deixe um comentário com sua opinião. ♥
Minhas primeiras impressões da Semana Nacional do Livro
Hoje completa exatamente uma semana da minha participação
no evento literário que reuniu dez escritores nacionais. O que achei? Continue
a leitura que vou contar tudo! (ou quase tudo! Rsrsrs)
Quando recebi o convite para participar do Semana do
Livro Nacional fiquei radiante de alegria, afinal, seria minha primeira
participação como escritor. A ansiedade tomou conta e a expectativa me
consumiu.
O dia do evento foi agitado para mim. Pela manhã tive
algumas atividades pessoais e consegui sair da minha cidade apenas 13h e
detalhe: o evento começaria às 14h e o Luciano, organizador, havia enviado um
e-mail solicitando a presença dos escritores pelo menos meia hora antes do
inicio (respirei fundo e ativei minha fé, que não costuma falhar rsrsrs).
Cheguei por volta das 14h15 e para minha surpresa (e
alegria kkk) o evento não havia começado.
Olhei ao meu redor e vi muitas pessoas, confesso que
fiquei nervoso, o que eu ia falar? Como agir? Muitos temores permeavam minha
mente. Quando sentei (na primeira fileira rsrsrsrs), notei ao meu lado uma
jovem sorridente conversando, imediatamente, não me lembro como, começamos a
conversar, era a escritora Viviane Fair, foi super simpática, me contou que já
havia participado de outros eventos e acalmou este pobre jovem escritor
(obrigado Vivi!).
Quando eu menos esperei (pois eu estava super distraído,
imaginado que eu seria o ultimo a falar) o apresentador foi convidado ao palco,
e com simpatia, chamou o primeiro escritor:
Dérik Reis!
Imaginem, nesse momento o meu coração explodiu junto com
as palmas, o cumprimentei meio sem graça e sentei-me ainda desorientado. Que
alegria eu sentia! A emoção corria por minhas veias! Foi incrível.
Fui o primeiro a ser entrevistado. Primeiramente as
perguntas foram sobre minha vida, onde nasci, onde moro etc...
Depois que as mesmas perguntas (ou semelhantes) foram
feitas as demais escritoras, começou o bate-papo sobre o processo criativo do
livro. Expliquei como surgiu a história de Glamour e como iniciou a vontade de
escrever (divertidíssimo lembrar dessas fases).
Não vou me prolongar nas narrações, preciso dizer apenas
que amei conhecer os escritores, fui surpreendido com a presença de alguns
amigos até então virtuais e sou muito grato por minha amiga Anne e Wellington
que bondosamente me acompanharam.
Para finalizar, proclamo que este evento foi épico (pelo
menos para mim).
OBS: Tive alguns desafios, por exemplo: meu livro não
ficou pronto a tempo, então fiquei com invejinha boa (ou branca kkk) dos outros
autores que estavam com seus livros. Mas, muitos demonstraram interesse por meu
livro e prometeram comparecer no lançamento.
MINHA PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO NO SEMANA DO LIVRO NACIONAL
Eu sei que o ideal é viver um dia por vez. Mas
não posso mentir, estou muito ansioso para amanhã, dia 25 de julho. Será a
minha primeira participação como escritor num evento literário. Aí vocês
perguntam sobre meu coração, e eu respondo: batendo a mil! Rsrsrsrs
O evento será uma ótima oportunidade para
divulgar o meu primeiro filho literário, o romance “Glamour entre o amor e a
vingança”. Estou ansioso para compartilhar como foi o processo de escrita, qual
minha visão sobre os livros...
Gostaria muito de falar como será o evento, mas,
por enquanto não tenho muito a dizer, mas prometo que postarei aqui as minhas
emoções. Rsrsrs
Isso faz lembrar que a partir de amanhã darei
mais atenção ao meu blog (assim espero kkk). Postarei mais reflexões, crônicas
e novidades sobre o meu livro.
Aproveito para esclarecer algumas
coisas sobre o evento de amanhã:
1. Não será o lançamento do meu
livro. É um evento com a participação de vários autores brasileiros com o
objetivo de divulgar a literatura nacional. Alguns estão confundindo com o
lançamento do meu livro, mas não será. Rsrsrsrs
2. Infelizmente o meu livro não
estará à venda neste dia do evento, por causa de um imprevisto com a editora.
Era o meu plano inicial inclusive sortear um exemplar, mas só terei oslivros na
próxima semana.
Mas, gostaria de agradecer a
todos que estão me procurando, fazendo perguntas. Obrigado pelo entusiasmo. Em
breve começarei a divulgar a data do lançamento do livro e desejo que todos
estejam presentes para dividir essa alegria.
Só repetindo: amanhã, dia 25 de julho, às 14h, na livraria Cultura do Shopping
Casa Park, haverá o evento semana do Livro Nacional, não será o lançamento do
meu livro e não haverá vendas do meu livro, mas será uma ocasião especial.
Imagine que
depois de almoçar aquela comidinha deliciosa feita por sua mãe, você pega uma
laranja da geladeira para terminar o seu momento de saboreio. Mas, ao analisar
a fruta, você percebe que na casca tem algumas cicatrizes contrastando com a sua
cor verde e chamativa. E agora? O que você fará?
Confesso que
o meu apetite foi afetado pela aparência externa da laranja, pensei em jogá-la
fora, mas ao olhá-la fixamente, resolvi dá-la uma chance, ignorando suas
cicatrizes, partindo-a e provando-a logo em seguida. Para minha surpresa ela
era tão doce, saborosa e bela que me deixou impressionado.
Talvez você
esteja se perguntando o que há de importante nisso, mas vou logo explicar.
De certa
forma, somos semelhantes a essa laranja. Às vezes passamos por problemas,
provações e outras dificuldades tão severas que deixam cicatrizes não em nossa
pele física, mas na nossa alma, ou seja, a pessoa que somos no íntimo. Outras
vezes, pessoas que gostamos muito nos machucam por palavras, ações ou até
mesmo fisicamente e como resultado ficamos com marcas que desfiguram quem
realmente somos.
Esse,
justamente, é o maior desafio da vida; olhar para alguém que sempre esboça uma
aparência de maldade, seriedade ou atitude crítica, além daquil
o que esboça na
sua casca, não descartá-la, mas dar-lhe uma chance de mostrar quem realmente é.
Talvez, aquele que demonstra todos esses defeitos, esconde dentro de si uma
docilidade e beleza esperando apenas uma chance de ser descoberta.
Por outro
lado, se aquela laranja não for aproveitada, desenvolverá uma casca mais
resistente, pois estará murchando e secando aos poucos, perdendo assim o seu
valor. Isso também acontece conosco. Quando guardamos rancor, a tendência é
ficarmos resistentes a tudo, inclusive ao amor e as coisas boas e com o tempo
ficamos secos e perderemos os melhores momentos da vida. Ou seja, o rancor é
como um veneno interno que aos poucos nos torna sem valor.
Partindo desse
pressuposto, precisamos não só dar oportunidade a outras pessoas, mas dar essa
oportunidade a nós mesmos. Não são as cicatrizes exteriores que determinará o
nosso valor, sim o que somos no interior. Deixe que outros conheçam o seu lado
bom, desconsidere àqueles que não te valorizam, lembre-se: alguém que te faz
sofrer não merece o seu rancor, ele merece a sua oração.
Dérik Reis nasceu em 1991 na cidade de Parnaguá/PI, formou-se em pedagogia em 2013 e descobriu o dom de escrever quando ainda estava na alfabetização. Ver BIO completa.